Já há algum tempo muitas empresas vêm migrando do escritório tradicional para soluções de coworking e escritórios compartilhados. Manter uma infraestrutura própria nem sempre faz sentido financeiro, e essa mudança abriu um mercado enorme, com opções para todos os perfis e orçamentos. O que fica menos visível, do lado de fora, é o quanto gerenciar um coworking é uma operação complexa.
Clientes, não colaboradores: uma exigência diferente
As pessoas que circulam por um coworking não são funcionários de uma empresa — são clientes, com contrato e expectativa de serviço. Elas querem autonomia e, com razão, são exigentes: demandam conectividade, salas disponíveis, conforto térmico, segurança e disponibilidade de energia sempre que precisam. Atender tudo isso exige pessoal, disciplina e ferramentas que nem sempre estão à disposição da equipe operacional.
A automação de processos é uma das alavancas que mais fazem diferença para tornar essa operação mais rentável e menos dependente de intervenção manual constante, liberando a equipe para cuidar do que realmente importa: o relacionamento com quem usa o espaço.
Iluminação e climatização: economia que ninguém precisa lembrar de fazer
É muito comum que, na correria do dia a dia, as pessoas esqueçam luzes e ar-condicionado ligados em salas vazias. Condicionar o funcionamento desses sistemas à presença de pessoas no ambiente — ou a horários predeterminados — é uma automação simples que representa economia real no fim do mês, sem exigir nenhuma mudança de comportamento de quem usa o espaço.
- Iluminação de salas de reunião e áreas comuns acionada por sensor de presença, em vez de depender de alguém apagar a luz ao sair.
- Climatização programada por horário de funcionamento e ocupação real de cada sala, não por uma escala fixa que ignora salas vazias.
- Corte automático de circuitos em salas sem reserva ativa, eliminando o desperdício mais comum e mais difícil de fiscalizar manualmente.
É exatamente esse tipo de lógica — condicionar saídas a sensores, horários e ocupação — que o miniPLC da Strataon executa localmente, sem depender de internet para continuar funcionando mesmo se a conexão do prédio cair.
Segurança que precisa estar funcionando quando o incidente acontece
Controle de acesso e monitoramento por câmeras são especialmente relevantes nesse tipo de operação, com fluxo alto e constante de pessoas que muitas vezes não se conhecem. Não existe nada mais frustrante — e perigoso — que um sistema de segurança que parou de funcionar sem que ninguém percebesse, porque é justamente nesse intervalo que os sinistros acontecem. Monitorar os próprios equipamentos de segurança, e não apenas o que eles capturam, é essencial: uma câmera ou um NVR travado sem que a equipe saiba equivale a não ter câmera nenhuma.
Esse é um problema comum o suficiente para merecer um artigo à parte sobre como reiniciar câmeras travadas remotamente, sem depender de visita técnica para restabelecer o monitoramento.
Sentia
Um painel só para acompanhar todas as unidades
O Sentia reúne em um único dashboard na nuvem todos os dispositivos e sites Strataon de uma rede de coworking — energia, segurança e alarmes — com alertas automáticos por push e e-mail sempre que algo sai do esperado.
Conhecer o SentiaEnergia sob demanda nas estações de trabalho
Alguns coworkings alugam mesas e posições de trabalho por tempo predeterminado — por hora, por dia, por período de uso. Automatizar a disponibilização de energia elétrica nessas estações é uma forma de economia, mas também uma ferramenta de gestão e segurança: evita que uma posição continue energizada fora do período contratado e reduz o uso indevido do espaço por quem não está mais com a reserva ativa.
Em circuitos menores e mais sensíveis — racks de rede, roteadores, equipamentos de videoconferência das salas — uma régua de tomadas com controle remoto como a smartPDU também evita que alguém da equipe precise se deslocar até o local só para religar um equipamento que travou no meio do expediente.
Quem sente esse problema
Essa necessidade aparece, em intensidades diferentes, em:
- Gestores de coworking e escritórios compartilhados, que respondem diretamente pela experiência de clientes exigentes e com pouca tolerância a falha.
- Redes com múltiplas unidades, que precisam de visibilidade centralizada sobre energia, segurança e equipamentos sem depender de visita presencial a cada endereço.
- Business centers e escritórios compartilhados corporativos, onde o padrão de serviço esperado pelos clientes é ainda mais alto.
- Integradores que atendem esse mercado e precisam de uma plataforma confiável para acompanhar múltiplos clientes e sites ao mesmo tempo.
Coworkings e escritórios compartilhados precisam operar com eficiência, e o uso de tecnologia é fundamental para garantir que o negócio seja saudável e opere com o mínimo de intervenção humana possível — sem abrir mão da autonomia que é justamente o que atrai os clientes para esse modelo.
Próximo passo
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A gente te conecta com quem instala e configura o miniPLC, a smartPDU e o Sentia no seu coworking ou escritório compartilhado.
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